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21 de março de 2020

 


Para o enfrentamento da crise social instalada em decorrência dos casos de coronavírus, a  deputada professora Dorinha (DEM) está levando propostas relevantes ao Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados, do qual faz parte como líder da Bancada Feminina. O Jornal O GLOBO destacou nessa sexta-feira (20), que seguindo sugestão da parlamentar, a Câmara pode autorizar o uso de itens da merenda escolar para composição de cestas básicas que vão atender as famílias dos alunos, além de incluir temporariamente no benefício do Bolsa Família parte dos recursos destinados à alimentação nas escolas.




A Câmara pode aproveitar um projeto de lei já apresentado pela deputada Maria do Rosário (PT), contando com Dorinha na relatoria e o apoio do presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM) para encaminhamento à  votação na próxima semana.





“O alimento precisa chegar direto na casa. Não podemos comprar comida para jogar fora. Estamos trabalhando em possibilidades diferentes para cada localidade. A solução de São Paulo não é a mesma de um município pequeno onde todo mundo conhece as pessoas e é fácil fazer a cesta básica chegar àquele lar. A comida tem data para perder a validade e pior que isso é a fome. Imagine o confinamento de crianças que ficavam na escola e agora não têm a refeição da merenda. Muitos vão para a escola para comer”, afirmou a deputada.




“Essa é uma realidade que conheço de perto: a dependência da escola para complementar a alimentação. Defender uma política de responsabilidade com pais e alunos que estão nessa situação, é algo que faço pelo Brasil, mas em especial pelo meu Tocantins, onde sei a diferença que as sextas básicas farão em muitos munícipios”, completou.






Na última quarta-feira (18) a deputada participou de reunião da Comissão Externa de Ações  Preventivas e defendeu um olhar sensível sobre o aproveitamento da merenda escolar durante o período em que as aulas permanecerem suspensas.  No mesmo dia, a Câmara aprovou o decreto que reconheceu estado de calamidade pública no Brasil, permitindo que o governo gaste mais do que o previsto na LRF, tendo crédito para custear ações de combate à pandemia. 

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